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Fabiana Silva e Ygor Coelho querem fazer história no badminton brasileiro

Domingo, 25 de Julho de 2021, 17h00
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A casa do badminton em Tóquio 2020, o Musashino Forest Sport Plaza, vai receber os atletas brasileiros no dia 26, a partir de 12h40, no horário do Japão (00h40 do dia 26 em Brasília). Fabiana Silva fará a sua estreia em Jogos Olímpicos contra a ucraniana Maria Ulitina e em seguida Ygor Coelho enfrenta Paul Georges Julien, das Ilhas Maurício.  


A medalhista de bronze no Pan de Lima 2019, como a maioria dos atletas, teve dificuldades para treinar no início da pandemia. A facilidade de ser vizinha de seu treinador Marco Vasconcelos fez com que ela retomasse a preparação. E ela está pronta.


- Eu treinei muito, me preparei para esse momento. Estou muito feliz de estar representando meu país nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Agradeço a Deus por cada momento vivido até aqui. Vou dar o meu melhor e espero fazer boas partidas. Quero ganhar um jogo na fase de grupo, e quem sabe, avançar - afirma a medalhista de ouro nos Jogos Sul Americanos de Cochabamba 2018.


Atletas que estreiam dia 26 no Japão (madrugada de 25 para 26 no Brasil) sonham em avançar na competição e veem a modalidade com mais adeptos depois dos Jogos Rio 2016


- Trabalho com a Fabiana há 9 anos e ela está em boa forma, como não via há um bom tempo, está muito bem preparada. Então temos dois jogadores muito bem para essas Olímpiadas, tanto fisicamente quanto tecnicamente. Eu segui a preparação do Ygor de longe, mas o que eu tenho visto nos últimos dias é que ele está muito bem física e mentalmente. Está com uma boa movimentação na quadra, está ofensivo. Fabiana e Ygor estão prontos para os Jogos - analisa Vasconcelos. 


Tanto o técnico quanto os atletas reconhecem que a modalidade ganhou muitos adeptos e times pelo país após a visibilidade olímpica no Rio de Janeiro. Essa é a segunda edição olímpica de Ygor Coelho. O campeão Pan-americano Lima 2019 conta com a experiência dos Jogos para tentar a vitória em partidas em Tóquio. 


- A Rio 2016 foi tudo novo para mim. Eu era jovem e joguei com atletas experientes. Agora eu estou lidando melhor com o meu jogo - disse o atleta que passou por uma cirurgia no ano passado, se recuperou na Dinamarca, onde joga, e em 2021 foi prata no Pan Americano da modalidade. Ele completa.


- Vim de uma boa sequência de competições. Cheguei às quartas de final do Super 300, um torneio importantíssimo. Fui bronze num torneio da Espanha e isso me deu confiança. Estou em forma, confiante! Estou de volta.


Fonte: COB


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