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Fabiana da Silva: “espero conseguir representar meu país em Tóquio 2020”

Terça, 17 de Março de 2020, 12h34
Com informações da BPAC
Com informações da BPAC
Fabiana da Silva é mais uma estrela brasileira que deseja atingir uma vaga para os Jogos Olímpicos de 2020. Medalhista nos Jogos Pan-Am 2019, deseja ser treinadora para o desenvolvimento da modalidade no país.

Fabiana é professora de Educação Física em escolas, clubes e academias e, no futuro, também gostaria de ser treinadora de badminton. Ela conheceu o badminton na praia, quando praticou outro esporte.

“Meu relacionamento com o badminton começou aos 12 anos. Antes de conhecer o badminton, eu praticava vela e, nos dias em que não havia vento, eu jogava badminton na praia apenas por diversão até sair da vela e começar a treinar badminton."

Como atleta, Fabiana conseguiu usufruir de benefícios que a ajudaram em sua vida acadêmica, e foi assim que ela conseguiu concluir seus estudos. Essa é uma das melhores coisas que o esporte lhe permitiu experimentar.

“O esporte me deu várias oportunidades e uma delas era terminar a universidade com uma bolsa de estudos. Também pude conhecer diferentes culturas, países e amigos. Eu poderia mencionar muito mais coisas, mas essas são as principais. ”

O badminton no Brasil cresceu em popularidade e, graças aos resultados alcançados por atletas como Fabiana, muitas pessoas conseguiram encontrá-lo, no entanto, ele ainda não é tão popular nas Américas e é por isso que Fabiana gostaria de contribuir. Além disso, é claro, poder representar o Brasil nos próximos Jogos Olímpicos, como objetivo pessoal, o sonho de todo atleta.

“Meus objetivos com o badminton no meu país são ser capazes de ajudar no desenvolvimento desse esporte. Representar o Brasil da melhor maneira possível e obter mais investimentos para o badminton, além de ser um exemplo para as novas gerações. Além disso, espero conseguir representar meu país em Tóquio 2020.”

Dificuldades na vida nos ajudam a aprender e ver opções para superá-las. Esforço é necessário quando algo deve ser alcançado e, na carreira de Fabiana, o esforço tem sido fundamental para superar qualquer problema que ela tenha enfrentado.

“A falta de apoio e investimento são sempre os maiores problemas ao iniciar a carreira. Hoje temos mais investimentos no badminton no Brasil, mas acho que a falta de patrocinadores ainda é um problema não só para mim, mas para muitos atletas. ”

Fabiana, 31 anos, alcançou muitos de seus objetivos por meio de um esforço constante e deseja incentivar as mulheres a continuar lutando pelos seus sonhos.

"Eu diria, não tenha medo! Não tenha medo de começar muito cedo ou muito cedo, o que nos define não é a hora ou o lugar em que começamos, mas nossa resiliência, nossas atitudes e nossa coragem para conquistar nosso espaço e perseguir nossos sonhos. "

Fabiana da Silva conheceu o badminton por acaso, quando treinava vela na praia de Charitas e foi surpreendida pelas condições climáticas inadequadas; para não perder a viagem, o treinador da então menina resolveu apresentar a ela um outro esporte, o badminton. Foi aí que ela se apaixonou pelo badminton, continuou jogando por brincadeira, mas depois veio a vontade de competir, até chegar num momento em que teve que escolher um dos dois esportes, e escolheu o esporte da raquete e da peteca.

Algumas de suas conquistas são: medalha de prata por equipes nos Jogos Sul-Americanos de 2010 em Medellín; campeã nas provas individuais, dupla feminina e mista na competição do ano seguinte; terceira colocação nas provas individuais e duplas simples no pan-americano de badminton em 2013; e campeã brasileira de 2014.

Integrou a delegação nacional que disputou os Jogos Pan-Americanos de 2011 em Guadalajara, no México,[3] e os Jogos Pan-Americanos de 2015 em Toronto, no Canadá. Em 2019 conquistou o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Lima.

Nos Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, Fabiana da Silva integrou a equipe reserva que permaneceu no Brasil se preparando para a Olimpíada.  Fabiana Silva, na Simples Feminina, veio de um 2019 na posição 75 e hoje está, firme a atuante, na elite das melhores mulheres do mundo, na 68ª colocação. 

Fabiana Silva alcançou o pódio no Kenya International 2020, realizado em Thika, no torneio Future Series que concederam pontos para o ranking válido para classificação dos jogos de Tokyo 2020, conquistando o bronze. 

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