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Show de medalhas: Brasil faz bonito no internacional e conquista 16 no para-badminton

Terça, 14 de Agosto de 2018, 12h08
Tecnologia da Comunicação/CBBd/HM
Tecnologia da Comunicação/CBBd/HM
O Brasil terminou o II Brazil International de Para-badminton dando um show de evolução ao conquistar 16 medalhas no total, numa evolução fantástica, subindo no pódio em quase todas as classes disputadas. Ao todo foram 4 medalhas de Ouro, 4 de Prata e 8 de bronze.


Vitor Gonçalves Tavares foi o brasileiro recordista de medalhas nessa competição onde das 4 medalhas de Ouro ele conquistou 3, sendo outra conquistada por Abinaecia Maria Da Silva.

Confira os resultados do II Brazil International de Para-badminton, evento que reuniu cerca de 137 atletas disputando jogos nas classes (WH 1, WH 2, SL 3, SL 4, SU 5 e SS 6), sendo 49 brasileiros. 


Na classe SS6, em dupla com Miles Krajewki, Vitor Gonçalves Tavares conquistou Ouro para o Brasil ao derrotarem a dupla Mark Joseph Dharmai, da Índia e Yohei Hatakeyama, do Japão, com parciais de 21-16, 17-21 e 18-21. Na mesma classe os brasileiros Marcio Dellafina e Dhiego Vidal Guimarães conquistaram medalha de Bronze para o Brasil.


Na dupla mista WH1 - WH2, Rodolfo Cano em dupla com Pilar Jaurequi, do Peru, conquistou Bronze na competição.


Já na Dupla Masculina outra grande conquista ficou por conta dos paratletas Eduardo Oliveira e Rogério Junior Xavier de Oliveira que conquistaram a Prata na SL3-SL4, depois do resultado 11-21 9-21 em prol do Japão.


O II Brazil International de Para-badminton iniciou dia 9 e teve suas finais neste domingo (dia 12), no Centro de Treinamento Paralímpico, com países como Alemanha, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Escócia, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Israel, Itália, Japão, México, Peru e Polônia na disputa pelos pódios e os pontos no Ranking Mundial da BWF. 


Inspirado nas finais, Vitor Tavares voltou a vencer e garantir mais um Ouro para o Brasil, quando fez dupla com a peruana Rubi Vargas, da Dupla Mista SS6, e conquistar o lugar mais alto do pódio com o placar final de 15-21/16-21.


O II Brazil International de Para-badminton é promovido pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com a chancela do Federação Mundial de Badminton (BWF - Badminton World Federation, em inglês).


Na Dupla Masculina WH1-WH2 a medalha de Prata ficou no Brasil, com o performance de Marcelo Alves Conceição e Julio Cesar Godoy.


Na classe SS6, Simples Maculina, mais uma vez Vitor Tavares subiu no pódio para receber mais uma medalha de Ouro para o Brasil, após vencer o japonês Yohei Hatakeyama, com parciais de 21-6 21-13.


Marcelo Conceição conquistou mais uma medalha para o Brasil, desta vez na Simples Masculina WH1 ao garantir o terceiro lugar, saindo com Bronze. 


Na Dupla Feminina da SL3-SU5 deu Brasil em primeiro e terceiro lugar, com Abinaecia Maria da Silva em dupla com a japonesa Mamiko Toyoda  (Ouro) e Jéssica Silva dos Santos Vieira em dupla com a chilena Araceli Nova (Bronze).


Abinaecia Maria da Silva voltou a subir no pódio ao conquistar o Bronze na Simples Feminina SL3.


Maria Gilda Dos Santos e Auricelia Nunes Evangelista Freitas foram também Bronze na Dupla Feminina WH1-WH2.  


Outro Bronze para o Brasil veio na Simples Feminina WH1, com Daniele Torres Souza.


Outra Danielle, desta vez a Carvalho, conquista Prata para o Brasil, encerrando assim a jornada de medalhas para o país, em um nível muito bom do para-badminton nacional.


Em novembro haverá o Campeonato PANAM de Parabadminton, na cidade de Lima, no Peru, sendo, na temporada de 2018, a última oportunidade para os atletas se classificarem para as competições mais importantes de 2019: o Campeonato Mundial de Parabadminton, na Suíça, e os Jogos Parapan-Americanos de Lima.


As competições realizadas a partir de 2019 serão classificatórios para os atletas dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 onde a modalidade terá sua estreia.

O parabadminton é o badminton estruturado para pessoas com deficiências físicas. Atletas em cadeira de rodas e andantes utilizam uma raquete para golpear uma peteca na quadra dos adversários competindo em provas individuais, duplas (masculinas e femininas) e mistas em seis classes funcionais diferentes.

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