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Primeiros colocados no ranking mundial são esperança de medalhas no Brazil International

Quinta, 09 de Agosto de 2018, 12h47
Tecnologia da Comunicação/CBBd/HM
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Dos cerca de 137 atletas disputando jogos nas seis classes diferentes (WH 1, WH 2, SL 3, SL 4, SU 5 e SS 6), 49 são brasileiros. Desses nacionais, seis deles, na simples masculina, figuram como os mais colocados no Ranking Mundial de Parabadminton, da BWF.

No II Brazil International de Para-badminton que acontece até o próximo domingo, dia 12, no Centro de Treinamento Paralímpico, as esperanças de medalhas vem deles, que já figuram como os “senhores do ranking”, com elevada pontuação, destacadas posições e a garra que faz com que a torcida aposte, além de outros nomes da equipe, nos que mais se destacam para trazer ao Brasil, as medalhas desse torneio. 


Leonardo Zuffo, por exemplo, é uma forte esperança de medalha na classe SL3, onde figura entre os 25 primeiros do ranking mundial, com participações importantes Panam Championships 2016, Brazil International 2017 e Spanish International 2018.


Rogério de Oliveira Xavier, na classe SL4, também entra em quadra com possibilidade de conquistar medalha para o Brasil. Ele hoje ocupa a posição 12, no ranking mundial, com experiencia internacional no Championships 2016, Brazil International 2017 e Spanish International 2018.


Em 10º lugar no ranking BWF, na classe SU5, está Eduardo Oliveira, com 725 pontos e uma experiência internacional passa pelo Panam Championships 2016, Spanish International 2018, Peru International 2017 e USA International 2017. O atleta possui uma limitação no movimento do braço direito, causada por um acidente na maternidade. O carioca de 39 sempre gostou de praticar esportes, até que, em 2009, um amigo o viu jogando frescobol e o convidou para experimentar o badminton. Edu é mais uma importante esperança de medalha neste torneio.


Também em 10º no ranking mundial, mas na classe WH1, Marcelo Alves já passou por importantes torneios internacionais como Brazil International 2017, World Championships 2017, Peru International 2017 e Irish International 2018, onde obteve medalha de bronze para o Brasil subindo ao pódio da competição juntamente com Bernard Lapointe, da Canadá, quando conquistou o 3º lugar na competição internacional. A medalha do Marcelo Alves tem valor de mundial, assim como o destaque de Claudinha, a treinadora. pelo seu brilhante trabalho junto aos atletas.


Vitor Tavares, Prêmio Paralímpicos 2017, é outra forte esperança de pódio para o Brasil. Sua posição de número 9 no ranking mundial, na classe SS6, reforça a expectativa. Tavares tem passagem pelo Brazil International 2017, Spanish International 2018 e Irish International 2018.


O melhor brasileiro colocado em ranking mundial, na 8ª posição, é Romulo Soares, com seus 810 pontos na classe WH2.  

“A expectativa para este torneio é boa. Os nossos adversários mais fortes são indianos, japoneses, escoceses e israelenses. Mas, como nós temos atletas em todas as seis classes e vamos disputar 22 provas, temos chance de ganhar medalhas”, comentou Arthur Nogueira, coordenador-técnico do parabadminton, em entrevista para o CPB.


Os países que participam da competição são: Alemanha, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Escócia, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Israel, Itália, Japão, México, Peru e Polônia.

Em novembro haverá o Campeonato PANAM de Parabadminton, na cidade de Lima, no Peru, sendo, na temporada de 2018, a última oportunidade para os atletas se classificarem para as competições mais importantes de 2019: o Campeonato Mundial de Parabadminton, na Suíça, e os Jogos Parapan-Americanos de Lima.

As competições realizadas a partir de 2019 serão classificatórios para os atletas dos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 onde a modalidade terá sua estreia.

O parabadminton é o badminton estruturado para pessoas com deficiências físicas. Atletas em cadeira de rodas e andantes utilizam uma raquete para golpear uma peteca na quadra dos adversários competindo em provas individuais, duplas (masculinas e femininas) e mistas em seis classes funcionais diferentes.

O II Brazil International de Para-badminton é promovido pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd) em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), com a chancela do Federação Mundial de Badminton (BWF - Badminton World Federation, em inglês).

Confira em outras reportagens sobre as expectativas de medalhas em duplas e das paratletas brasileiras.

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